Título Original: Captain Marvel
Sinopse: Carol Danvers (Brie Larson) é uma ex-agente da Força Aérea norte-americana, que, sem se lembrar de sua vida na Terra, é recrutada pelos Kree para fazer parte de seu exército de elite. Inimiga declarada dos Skrull, ela acaba voltando ao seu planeta de origem para impedir uma invasão dos metaformos, e assim vai acabar descobrindo a verdade sobre si, com a ajuda do agente Nick Fury (Samuel L. Jackson) e da gata Goose.
Elenco: Brie Larson, Samuel L. Jackson, Jude Law, Clark Gregg, Ben Mendelsohn, Gemma Chan, Lee Peace, Annette Bening, Djimon Houson, Lashana Lynch, entre outros
Duração: 124min
Roteiro: Anna Boden, Ryan Fleck, Geneva Robertson-Dworet
Produção: Kevin Feige
Direção: Anna Boden, Ryan Fleck


Depois de muita expectativa e tentativa de boicote por parte dos machos recalcados, finalmente estreou Capitã Marvel. Devo dizer que gostei muito como a heroína foi introduzida no universo.


Eu não conheço muito o trabalho da Brie Larson, exceto sua participação em Scott Pilgrim, e muito menos conheço a fundo a Capitã Marvel; então não posso argumentar muito sobre sua escolha para a personagem ou sobre a personagem em si. Porém, gostei da Carol Danvers que nos apresentaram: uma soldado com um forte senso de moral e disposta a fazer justiça, ao mesmo tempo que tem suas inseguranças por causa do esquecimento de seu passado.

Adorei a dinâmica entre Danvers e Nick Fury (Samuel L. Jackson). Ambos formaram uma ótima dupla, com uma dinâmica bem equilibrada, cheia de conversas regadas a piadinhas e ironias. Na real, eu realmente gostei de ver esse outro lado do Fury, que é um personagem que acompanhamos desde os primórdios do MCU. Aqui, ele ainda é um simples agente da S.H.I.E.L.D., mas já dá pra ver alguns aspectos que vá fazê-lo virar o diretor da organização.

Em certos momentos, o clima do filme me lembrou Homem-Formiga, apesar de um pouco mais sério. Os alívios cômicos e referências foram encaixados perfeitamente, sem soar forçado ou fora de hora. As lutas foram bem sincronizadas e os efeitos especiais de tirar o fôlego, principalmente quando Danvers entra em ação.


Quando assisti o primeiro trailer, pensei que iriam contar sua trajetória desde o início. Bem.. nesse quesito fiquei um pouco decepcionada porque seu passado é basicamente explorado em flashes rápidos e um tanto confusos.


Um detalhe que fez com que minha experiência com o filme fosse melhor foi o 3D. Creio que o equipamento da sala que assisti estava com algum problema, pois o 3D estava pessimamente péssimo. A legenda ficava borrada, igualmente o pano de fundo de algumas cenas. Houve um momento que tirei os óculos porque não estava entendendo nada com nada do que acontecia, principalmente porque a fotografia era bem escura. Resultado, quando tirei os óculos, percebi que o 3D desse filme não influencia em nada.

O filme contém duas cenas pós-créditos. A primeira é de deixar mais ansioso por Vingadores: Ultimato. Já a segunda, bem.. Eu só fui saber mesmo que tinha uma segunda quando cheguei em casa. Acabei assistindo-a no youtube e dei graças a Deus que não esperei milhões de créditos para ver a cena que, na minha humilde opinião, achei desnecessária.

Com um filme rápido, dinâmico e com uma ótima trilha sonora, Capitã Marvel foi uma boa estreia da heroína nas telonas. Esse foi o último filme antes de Ultimato, deixando bem mais na expectativa para o último Vingadores.



Considerações finais
- Pode entrar dupla dinâmica Carol Danvers e Homem-Formiga para comer o * do Thanos e salvar todo MCU!!!