Sinopse: No futuro, a sociedade se acostumou à prática da troca de corpos: após armazenar a consciência de uma pessoa, ela pode ser transferida a outra "capa", podendo viver várias vidas. O mercenário Takeshi Kovacs (Joel Kinnaman) acorda após 250 anos em outro corpo. Além de se adaptar a esta situação e à nova sociedade, ele é contratado por um homem riquíssimo para descobrir o autor de seu próprio assassinato. Tak conta com a ajuda de uma policial mexicana, um ex-militar tentando ajudar sua filha e um robô equipado com inteligência artificial.
Criação: Laeta Kalogridis
Produção: Laeta Kalogridis, David Ellison, Dana Goldberg
Elenco: Joel Kinnaman, James Purefoy, Martha Higareda, Kristin Lehman, Renée Elise Goldsberry, Ato Essandoh, Chris Conner, entre outros

Junto com La Casa de Papel (que ainda não conferi), Altered Carbon foi uma das estreias na Netflix nesse mês de fevereiro. Eu estava com planos de ler o livro antes de assistir, mas a curiosidade falou mais alto.

Essa série conseguiu a proeza de ser uma das poucas séries do serviço de streaming com episódios de quase uma hora que eu nem vejo passar o tempo. Geralmente é isso que me brocha nas séries da Netflix, mas em Altered Carbon os episódios passavam num piscar de olhos.

O visual da série é maravilhoso. Sou suspeita pra falar porque amo uma coisa futurista. As cenas de ações são bem feitas e montadas, claramente de tirar o fôlego. O elenco também é bem talentoso. Eu sabia que tinha o lindão do Joel na produção, mas fiquei de cara quando vi James Purefoy. Acompanhava o trabalho dele em outra série (#sdds The Following) e virei super fã do cara. Mas dou destaque mesmo é para Poe, a inteligência artificial do hotel The Raven. (Capitão América aprova a referência)

Não sei se ficou uma adaptação 100% fiel ao livro, mas sei que fiquei com muita vontade de conferir o livro. A série conta dez episódios com média de 50 minutos de duração e já está toda disponível.


Considerações finais
- Joel Kinnaman, que homem...