Título Original: Cell
Sinopse: Um dia, todos os telefones celulares do mundo sofrem a interferência de uma mesma pulsação, com consequências trágicas: as vítimas do acontecimento se tornam criaturas assassinas e sedentas por sangue. No meio do caos, um artista tenta reencontrar o filho.
Elenco: John Cusack, Samuel L Jackson, Isabelle Fuhrman
Duração: 97min
Roteiro: Adam Alleca
Produção: Michael Benaroya, Xavier Gens
Direção: Tod Williams


Hello, people! Em um mundo onde todo mundo só comenta sobre Esquadrão Suicida, eu - a diferentona, a rebelde, a revoltada - resolvi falar de outro filme.

Não que não tenha visto Suicide Squad - vi e amei!, exceto como romantizaram a relação da Arlequina com Coringa. Mas, pra ser a diferentona característica do povo de Aquário (aliens mandaram lembranças), vim falar de um filme que vi esses dias, estava super ansiosa, mas achei meio pombo. Falemos sobre a adaptação de Celular, livro homônimo do Stephen King.

Pra quem não conhece bem a história, aconselho a dar uma olhada na resenha que já fiz dele aqui :)

Primeiramente, eu não creio que o povo adaptou o filme; somente se baseou na história. Pra mim, adaptação é quando transformam em filme, mas mudam coisas singelas, como em As Vantagens de Ser Invisível ou Como Eu Era Antes de Você. Agora, baseado na história é quando você pega o foco central do livro e muda todo o resto, como em The Vampire Diaries (onde a série passa bem longe dos livros) ou Percy Jackson, que não consegue ser cosplay nem da própria obra.

Quando, mil séculos atrás, anunciaram a adaptação, eu fiquei super feliz porque as pessoas iriam conhcer essa história bem legal, mas pouco conhecida do cara. Eis então que chega o momento de ver o filme e… que filme meio pombo, gente. Na moral.

Celular foi um dos primeiros livros que li do King e que me fizeram virar fã do homem. Por isso, imaginem o que passei quando vi que mudaram tanta coisa na história que nem chegou perto do que li. Tirando algumas cenas bem específicas que aconteceram no livro e eles colocaram no filme e o foco da história - galera que fica loucassa piradinha no orégano depois de levar um pulso no cérebro através de aparelhos eletrônicos -, de resto foi tudo um tanto diferente. Entretanto, vou focar no final porque olha…

Gente, o final.. Quando chegou no final, eu fiquei WHAT THE FUCKING HELL, MATE?!?!?!?! De tanto jeito que eles poderiam me mudar o final, me fazem aquela baboseira e ainda querem que eu engula. Desculpa, mas isso realmente eu não sou obrigada.

OK que não sou muito fã do final do livro, maaas comparando com esse do filme, é algo do tipo: final do livro >>>>> abismo >>>> inferno >>>>> final do filme >>>> Donald Trump feat Temer. Fora que foi um final do tipo Oi? Já acabou?. Juro que ainda fiquei esperando aparecer mais alguma coisa, mas não. Acabou nisso.

Sobre o final do filme
Com tantos closes erradissímos, eles acertaram em um que foi representar os fonáticos - a galerê zumbi - e a personalidade dos personagens principais - Clay, Alice e Tom. Só por isso, ganharam a classificação de babadinho.

Eu tinha a pretensão de falar sobre Suicide Squad, mas eu tinha de por pra fora tudo que pensei sobre esse filme. A sorte é que o filme, apesar de tudo, passou relativamente rápido para uma adaptação fubeca. Serão uma hora e trinta e sete minutos que nunca recuperarei na minha vida.

Recadinho para quem produziu esse filme
Considerações finais
Só pra não dizer que não falei de Suicide Squad:
- não achei ruim como falaram… simplesmente amei!
- Margot, Cara e Viola roubaram a cena
- “Behold the voice of God”: NÃO ASSISTAM CELULAR (WALLER, Amanda) #entendedoresentenderão
- não deveriam ter romantizado a relação do Coringa com a Arlequina: aquilo é um relacionamento abusivo ao extremo
- apesar disso, amei Jared vampiro vegano de Joker
- ok, amei todo mundo naquele filme
- gente, que trilha sonora mais que perfeita!
- crianças, aprendam a não confiar em trailers (essa observação vale para os dois filmes)