Os melhores e piores de 2015
Fim de ano é sempre aquela época de parar pra pensar nos acontecimentos que passaram... Como, por exemplo, aqueeeela meta de leitura que estipulamos no começo do ano...

Bom, segundo o Skoob (até agora), eu li 48 dos 77 livros que estavam na meta. Mas sabe aquela sensação que você leu pouco? Pois é... A verdade é que nunca sigo os livros da meta do skoob #shameonme. Eu só coloco lá pra ter opções quando não sei o que ler. Por isso, eu sigo os conselhos da Dilma: deixo a meta aberta pra quando atingir, dobrar.

Baseado nas minhas 48 leituras do ano, eu escolhi as melhores e as piores leituras do ano. 

As melhores leituras de 2015

O Círculo Rubi: Bloodlines, assim como Vampire Academy, circula entre as melhores séries de vampiros que já li. Nesse livro, eu me despedi do vampiro mais lindo, fofo e maravilhoso da face da terra: Adrian Ivashkov. Richelle, mais uma vez, fecha uma série de um jeito magnífico e sempre deixando saudades dos personagens,
O Diário de Anne Frank: me arrependo amargamente de não ter lido esse livro antes. Anne escreveu seus pensamentos durante a Segunda Guerra, mas eles claramente poderiam ter sido escritos atualmente. Me vi afeiçoada com Anne de um modo que, apesar de saber como terminou sua vida, fiquei realmente deprimida depois da última entrada do seu diário.
Playboy Irresistível: melhor livro da série Irresistível, Will entrou para a lista de crushes literários. Engraçado, fofo, nerd e sexy, melhor combinação EVER.

Better Off Friends: virei super fã da Elizabeth desde que li The Lonely Hearts Club no ano passado. Esse livro não foi lançado no Brasil, infelizmente (e até onde sei). A história é muito fofa: a típica história de dois amigos que, de repente, se veem sentido algo mais um pelo outro.
Série Batidas Perdidas: somente esse ano conheci as obras da Bianca e entrou pro rol de melhores livros NA que já li. Recentemente, foi divulgada a data do lançamento do próximo livro e estou muito ansiosa, pois é a história que mais espero desde que Branca e Rodrigo apareceram no primeiro.

Bela Redenção: Thomas Maddox desbancou seu irmão no quesito Maddox favorito. Depois de ter achado Bela Distração uma história muito parecida com Belo Desastre, amei conhecer melhor Thomas. Gente como a gente, em Bela Redenção, Thomas sofre para poder superar seu amor antigo e abrir seu coração para Liis.
A Playlist da Minha Vida: confesso que comecei a ler esse livro porque sabia que iria citar algumas músicas, mas envolvida na história sem nem perceber. Fora que as referências musicais são as melhores possíveis.
Fangirl: primeiro livro que li da Rainbow e já sou fã daquelas de usar camisa I S2 Rainbow (nesse momento, sinto falta de emojis por aqui). Apesar de querer matar a Cath milhões de vezes por ser muito parecida comigo, o livro foi uma das leituras mais fofas do ano. (Resenha aqui)

O Vilarejo: um dos últimos livros que li e também me arrependi de não ter lido nada do Raphael antes. São contos que te deixam com a pulga atrás da orelha.
Proibido: esse livro acabou comigo. Sem mais. Fiquei destroçada depois daquele final. Para mais opiniões, leiam a resenha aqui.
The V Girl: infelizmente, acho que esse livro nunca vai ser publicado aqui no BR, mas quem arrisca no inglês, ele está disponível na Amazon americana. Com um plot distópico totalmente original, entrou para a lista dos favoritos e no bloqueio mental. Toda vez que sento para escrever uma resenha sobre ele, fico bloqueada. Ah sim! O plot: numa América pós-apocalíptica, onde estupro e escravidão sexual são legalizados, Lila Velez quer perder a virgindade antes que seja recrutada. Lila estava decidida a perder com seu amigo, até que a chegada de um estranho na cidade a faz mudar de opinião. Se lembram do Aleksey (Top Piriguetagem Literária)? Ele é o estranho (Está explicado o porquê da mudança de decisão da Lila).

As piores leituras de 2015

A Rainha Vermelha: não que tenha sido de toda ruim, mas achei mais parecido com um roteiro de filme do que um livro mesmo. Tanto que os direitos de adaptação já foram comprados. Não posso negar que foi uma jogada de mestre da Victoria juntar todos os clichês possíveis nesse primeiro livro de tão poucas páginas e fazer funcionar, mas foi muita informação jogada de uma vez e muitas coisas previsíveis.
Para Sempre Sua: esse eu comecei a ler de trouxa mesmo. Já odiando a série desde o primeiro livro, sou daquelas que não consegue largar até saber o final. A exceção ocorreu com essa aqui. História repetitiva, um monte de nada como respostas e só sexo, sexo, sexo. Eu curto romance erótico, mas aqui é um romance muito dependente, mais até que Christian Grey e Anastasia e comigo isso não funciona. Resultado: larguei na metade.
Sugar: outra história que não rendeu porque só foi sexo, sexo e sexo. Na verdade, não tinha história, só sexo e que era difícil de engolir como tudo chegou a isso.

É isso aí, gente... Essa foi a minha retrospectiva. Espero que ninguém tenha se ofendido com minhas opinões, pois quando me empolgo, não rola um filtro entre o cérebro e as mãos. Sintam-se a vontade para comentar suas melhores e piores leituras de 2015 nos comentários. See ya #xoxo